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Produzimos semente de soja Certificada e Fiscalizada padrão CESM/RS desde 1967, numa área de aproximadamente 1.200 ha. sendo parte da área irrigada, possuímos 345 ha. Irrigados, com 4 pivôs centrais. Fazemos rotação de culturas, no verão com milho, soja, capim italiano e sorgo e no inverno com aveia branca, aveia preta, trigo e triticale. Plantamos de acordo com o zoneamento agrícola e o manejo da lavoura é todo em plantio direto.

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Produzimos Sementes de Trigo Certificadas e fiscalizadas, desde 1967 primando sempre pela qualidade da produção com cultivares de trigo superior.

Acredita-se que o trigo, como é conhecido hoje, seja originário de gramíneas silvestres, que se desenvolveram nas proximidades dos rios Tigre e Esfrates (Ásia), por volta dos anos 10.000 a 15.000 AC. Contudo, os primeiros registros encontrados datam o ano de 550 AC, o que leva a concluir que já é cultivado a mais de 2.000 anos. Os trigos primitivos tinham espigas muito frágeis, que quebravam com facilidade quando maduros. As sementes eram aderidas às pontas florais. Foram necessários muitos anos de seleção natural e artificial para chegar aos tipos de trigo agora conhecidos.

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A cultura do milho é uma das atividades fundamentais na Fazenda Santo Isidoro da família Stedile, ocupando significativo espaço como atividade econômica e técnica (rotação de culturas). Ocupa atualmente 40% da área cultivada no verão.

A produção de milho tem como destino o consumo próprio, silagem e ração para alimentação de bovinos de leite, venda de grãos para consumo animal e humano, fábrica de rações e indústria alimentícia.

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L E I T E: Produção de Leite à Pasto,com Suplementação.
A atividade leiteira já é uma tradição da Família Stedile, desde a década de 60 quando produzia apenas para o consumo da fazenda.

Em 1992 iniciou-se um projeto de investimento na pecuária leiteira,com instalações visando o máximo conforto, vacas e novilhas de alto padrão genético, ordenhadeira tipo espinha de peixe duplo 16X32 com sistema computadorizado Delaval, um resfriador de leite com capacidade de 10.000 litros e fábrica de rações com capacidade de 6 ton/hora e estocagem de 100 ton de ração pronta,6 silos para silagem de milho e pré-secado com capacidade total de 12.500 ton,e um sistema de tratamento de dejetos composto de separação de sólidos e uma estação de tratamento de efluentes(ETE), com capacidade de 50 metros cúbicos/dia, gerenciado em conjunto com os filhos, Eng. Agr. Joacir Angelo Stedile e Eng. Agr. Fernando Henrique Stedile.

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Brasil é protagonista nos desafios de atender demanda mundial por alimentos - 18/10/2015

Aumentar a produção de alimentos e promover a segurança alimentar para ajudar a erradicar a fome e a pobreza no mundo, especialmente nas áreas rurais. Esses desafios marcam o Dia Mundial da Alimentação e os 70 anos da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), comemorados nesta sexta-feira (16/10). Hoje, 800 milhões de pessoas ainda passam fome no planeta. Neste contexto, mesmo em um cenário de crise econômica, o Brasil é um dos protagonistas desse processo, na condição de um dos principais fornecedores mundiais de alimento e um dos poucos países com condições de ampliar a oferta de forma sustentável, ou seja, sem precisar desmatar novas áreas, graças à tecnologia de que dispõe para a produção.

O abastecimento da população mundial é uma das principais metas estabelecidas pela FAO para os principais países produtores. Segundo a organização, o mundo terá nove de bilhões habitantes em 2050. Para acompanhar o crescimento da população mundial, será necessário produzir mais alimentos e o Brasil terá que aumentar sua oferta em 40%, até lá, para contribuir com este desafio. Para o vice-presidente diretor da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), José Mário Schreiner, a segurança alimentar se confunde com a importância da agropecuária brasileira nos desafios impostos pela FAO. “O produtor rural brasileiro está conectado com os objetivos da FAO e o Brasil tem todas as condições de atender a esta demanda”, afirma.

“A FAO nos estipulou essa meta de 40%, mas temos condições de aumentar nossa produção em 70%”, completa a ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Kátia Abreu. E o papel do Brasil passa, também, pela colaboração com os países e continentes mais pobres como a África. “Mesmo em tempos de crise, não podemos virar as costas para os países com os quais cooperamos”, ressalta o diretor-geral da FAO, José Graziano. Na avaliação do representante da FAO no Brasil, Alan Bojanic, o exemplo brasileiro deve ser seguido pelo resto do mundo, pois o país saiu, no ano passado, do grupo de países que fazem parte do mapa da fome. “É possível trabalhar para erradicar a fome e a pobreza, desde que esses dois temas façam parte da agenda prioritária dos governos para melhorar a qualidade de vida no campo”.

A pesquisa também terá papel fundamental para superar os desafios impostos pela FAO, segundo o presidente da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Maurício Lopes. “O Brasil é referência mundial em tecnologia e inovação na agricultura, graças a instituições sólidas e a pessoas que deram grande contribuição”. O Brasil também será exemplo na parte ambiental e na produção sustentável, pois tem todas as condições de ampliar a produção de alimentos sem abrir novas áreas, aumentando a produtividade, produzindo mais no mesmo espaço. “Temos uma das mais rigorosas legislações ambientais do mundo, que é o Código Florestal, mas temos tecnologias que nos permitem produzir até três safras na mesma safra”, destaca a senadora Ana Amélia (PP-RS), presidente da Comissão de Agricultura e Reforma Agrária do Senado.

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